Ambivalências, não dicotomias - entre o real e o virtual.
As novas ciências e tecnologias impõem ônus insuportável à biosfera. Ambivalência na visão da Escola de Frankfurt, quando certo meio é utilizado persistentimente para certo fim, acaba confundindo-se com o fim.
A internet estende dramaticamente nosso horizonte alcance, e sobretudo através de amadores que buscam com câmeras de rede documentar cenas de todo o tipo. Aí surge a questão da nova telepistemologia, ou seja, o estudo do conhecimento produzido à distância. O virtual é distante no sentido que não está fisicamente presente, e ele não é nem mais, nem menos real que o físico, mas simplesmente outro nível da realidade e não se pode estigmatizar o virtual como artificial.
Não cabe dicotomizar, mas compreender o lugar próprio do físico e do virtual, tecendo a mesma realidade ambivalente.
Na sua opinião, existe diferença entre o real e o virtual?
terça-feira, 26 de maio de 2009
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